ARTICLES

por Vaitsman | by Vaitsman

 

Artists’ Lists Are Never Only Lists, Version 2.0. ||| Listas de Artistas Nunca são Somente Listas, Versão 2.0.

On page 308.
These are thoughts on the working process of contemporary artists and consequently the resulting artifacts that assume forms of lists. It includes references to auto-narratives and autobiographies of artists working with impressions of disorientation, impermanence and foreignness. Focusing on the making of lists, catalogs, archives and on the interest in alphabetical, numerical, cartographical organization, and thus also on the unclassifiable, on what cannot or has not been decoded, on disorientation, and on all that can fit into the category of “etcetera”. ||| Reflexão sobre trabalhos de artistas contemporâneas e suas obras, com caráter autonarrativo e autobiográfico, que contemplam a desorientação, a impermanência e a estrangeiridade. Focando na atividade de fazer listas, catalogação, organização, arquivos, e no interesse pelo alfabético, numérico, cartográfico e, por outro lado, no inclassificável, no que é cifrado, na desorientação, e no etecetera. [ENG, POR]

Cancela Bolsonaro!

Article for CartaCapital about actions of political activism in New York and Dallas #CancelBolsonaro, organized by the feminist and environmentalist movements to cancel the visit of Brazilian president Jair Bolsonaro to New York City. São Paulo, 03.06.2019. [POR]

The Game Show: exhibition as an experience of collectivity, consonance and becoming. |||  The Game Show: exposição como experiência de coletividade, consonância e devir.

Case study of The Game Show, produced by the artists collective ABC No Rio (in Exile), New York, 2018: experience of collectivity, negotiation of meanings and methods, and becoming. Collaboration between artists to transform the gallery of Bullet Space into a game to be played by the public. Published on ConvocArte #6: Ars Ludens, Lisbon, 2019 ||| Estudo de The Game Show, realizado pelo coletivo ABC No Rio (in Exile), Nova York, 2018: experiência de coletividade, negociação de significados e métodos, e de devir, a partir da colaboração de artistas para a criação de uma exposição de arte que transformou a galeria do Bullet Space em um jogo ativado pelo público. Publicada na ConvocArte #6: Ars Ludens, Lisboa, 2019. [POR, and soon also in ENG]

Via Láctea – Constelação da Serpente

Uma breve conversa com Marcio Harum, curador, sobre a exposição: Samico Between Worlds [Rumors of War in Times of Peace], na Dream Box, Nova York, 4 de fevereiro a 5 de março de 2017. [POR]

Ver Lonjuras

Sobre a obra de Isaura Pena, Ver Lonjuras, 2015. “Da obra finalizada criou-se o título, Ver Lonjuras. No título da obra criou-se uma unidade de medida de saudade, a que Isaura sente de sua casa no Brasil, de sua família: a lonjura”. [POR]

Heisenberg Boulevard

Published by the First Symposium Fusion between Arts and Cinema of Caminhos Film Festival (I SIMPÓSIO – A FUSÃO DAS ARTES NO CINEMA), Coimbra. Click here for full download of the original text in Portuguese, 2014-15. [POR]

Three Artists and Their Self-images

Outline for a presentation about self-image and self-portraits at the SPE Conference in Chicago, 2013. The text was reviewed by Edward Hall. I am trying to recover the images, I am confident I will find them soon. 2013. [ENG]

2003-1

por outras pessoas – by other writers

Francine Regis Goudel: Islands, Rivers, Airports and Ghosts: Marcia Vaitsman’s Meta-Journey.

“Palette of reduced colors, vast silent landscapes, the use of media devices as support, games and playing, the movement through landscapes, the construction of memory and the condition of human subjectivity under discussion are some of the keys to Vaitsman’s work”. [abstract in ENG, full text POR]

Marcio Harum: Deus Ex-Machina.

“A artista congelou o tempo das violentas imagens em movimento de maneira pacífica, desacelerando-as, neutralizando-as, com efeitos de linhas de luz da utilização de um scanner portátil. Marcia Vaitsman se interessa em suscitar como imagens coletivas criam fantasmaticamente a memória que teremos deste desastre natural no futuro, e de como estas imagens constroem a realidade sob uma lenta influência daquelas outras imagens da destruição, as oficiais, que podemos acessar pelos veículos de mídia”. [POR]